Um saco esse povo que fica falando de animal, né?
No entanto, como marinheira de primeira viagem, não consigo não falar do meu primeiro animal de estimação. Uma gatinha que adotei de um pessoal que estava oferecendo na rua.

Foi uma coisa meio instintiva. Não que tenha sido algo muito excepcional, eu sou super instintiva e faço muitas coisas apenas porque... sim. Anywam, com a gatinha em uma caixa, fui andando até em casa com ela colocando a cabeça para fora de cinco em cinco minutos. Primeira parada foi no Petshop para comprar, bem... tudo.
Ao chegar em casa quase dei um infarto na minha mãe.
Não sabia que nome dar a gatinha. Primeiro chamei-a de Ginny só pq ela tem manchas laranjas e olhos verdes lindos, que, claro, me lembraram de HP. Mas nem rolou. Daí pensei em Sookie, porque ela é tipo, a única personagem feminina de livros que eu verdadeiramente gosto e até que soa como nome de gato. Mas aí minha mãe veio com "Suquinho?" e eu meio que desisti da idéia.
Só que aí dois amigos da faculdade sugeriram McGonagall, a professora de Harry Potter que é uma gato animago. Só que, porra, McGonagall é um nome grande e complicado demais para chamar um gatinho. Daí falei, por que não Minerva? Até porque, posso chamá-la de Minnie e Minerva é também o símbolo da UFRJ (minha universidade). Pronto, ficou Minerva Vulpix. E decidi que todo o animal que eu tiver vai ter Vulpix como último nome.
Bom, no começotoda vez que ela me via, fugia. Acho que foi trauma da viagem na caixa que tive obrigá-la de fazer. Bom, mesmo assim, fiquei obrigando-a a ser segurada no braço e sempre que ela ficava quietinha eu dava um petisco. Brinquei bastante, fiz muito carinho, embora ela achasse que minha mãe fazia parte da minha brincadeira e quisesse mordê-la e arranhá-la.
Mas daí, terceiro dia chegou e ela, digna do nome que recebeu, já aprendeu que não pode subir na cama da minha mãe, carinho é bom e é a mim que ela deve paparicar se quiser alguma coisa. Sério, coisinha linda. Assim que acordei e fui para a sala, chamei por Minerva e ela surgiu de baixo da mesa e veio toda feliz me rodear, esperando por brincadeiras.
Claro que nem tudo são flores, acho que ela tem algo como bronquite, pq respira muito errado, e se a gente brinca demais tem uma hora que ela se joga no chão e prefira ficar lá estatelada só com as patinhas pro ar brincando. E daí que ela tb é meio muda. Quando a estava levando na caixa ela só miou um pouquinho. Mas quando está zangada e curva o corpo todo e abre a boa ameaçadora, não sai som nenhum. Eventualmente eu ouço alguma coisa meio engasgada, mas nada que pareça muito com um gato. Além disso a respiração dela é muito esquisita, como se fosse asmática mesmo. Só que tipo, nem sei como é respiração de gato né? Nunca tive um ou fiquei muito tempo perto de um para notar esses pequenos detalhes.

Sei que ela não gosta muito de ser tocada, mas estou mudando isso periodicamente. É um absurdo gato que não goste nem um pouco de receber um carinho.
Outra coisa, antes ela colocava a unha toda para fora, mas sempre que ela me arranhava eu parava de brincar, agora ela aprendeu a retrair as unhas quando brincando comigo. Claro que, se eu brincar muito ela acaba esquecendo, mas sempre que me dá unhada a brincadeira para. Incrível como aprende rápido. Quero só ver que tipo de gato adulto ela será, porque andei lendo por aí que você só sabe como o gato será de verdade quando ele entra na idade adulta.
Espero que ela não seja aqueles gatos que só ficam deitados o dia todo, mas tb espero que ela continue não sendo bardeneira :P
E vocês, têm bichinos de estimação que sejam seus de verdade? Porque aqui eu que sou 100% responsável por ela, minha mãe só se presta a deixá-la brincar com sua havaiana e a expulsá-la da cadeira quando ela quer sentar.
O fato é que estou apaixonada e até agora tudo tem ido bem!
E agora com vocês, uma demonstração de fofura:
No entanto, como marinheira de primeira viagem, não consigo não falar do meu primeiro animal de estimação. Uma gatinha que adotei de um pessoal que estava oferecendo na rua.
Foi uma coisa meio instintiva. Não que tenha sido algo muito excepcional, eu sou super instintiva e faço muitas coisas apenas porque... sim. Anywam, com a gatinha em uma caixa, fui andando até em casa com ela colocando a cabeça para fora de cinco em cinco minutos. Primeira parada foi no Petshop para comprar, bem... tudo.
Ao chegar em casa quase dei um infarto na minha mãe.
Não sabia que nome dar a gatinha. Primeiro chamei-a de Ginny só pq ela tem manchas laranjas e olhos verdes lindos, que, claro, me lembraram de HP. Mas nem rolou. Daí pensei em Sookie, porque ela é tipo, a única personagem feminina de livros que eu verdadeiramente gosto e até que soa como nome de gato. Mas aí minha mãe veio com "Suquinho?" e eu meio que desisti da idéia.
Só que aí dois amigos da faculdade sugeriram McGonagall, a professora de Harry Potter que é uma gato animago. Só que, porra, McGonagall é um nome grande e complicado demais para chamar um gatinho. Daí falei, por que não Minerva? Até porque, posso chamá-la de Minnie e Minerva é também o símbolo da UFRJ (minha universidade). Pronto, ficou Minerva Vulpix. E decidi que todo o animal que eu tiver vai ter Vulpix como último nome.
Bom, no começotoda vez que ela me via, fugia. Acho que foi trauma da viagem na caixa que tive obrigá-la de fazer. Bom, mesmo assim, fiquei obrigando-a a ser segurada no braço e sempre que ela ficava quietinha eu dava um petisco. Brinquei bastante, fiz muito carinho, embora ela achasse que minha mãe fazia parte da minha brincadeira e quisesse mordê-la e arranhá-la.
Mas daí, terceiro dia chegou e ela, digna do nome que recebeu, já aprendeu que não pode subir na cama da minha mãe, carinho é bom e é a mim que ela deve paparicar se quiser alguma coisa. Sério, coisinha linda. Assim que acordei e fui para a sala, chamei por Minerva e ela surgiu de baixo da mesa e veio toda feliz me rodear, esperando por brincadeiras.
Claro que nem tudo são flores, acho que ela tem algo como bronquite, pq respira muito errado, e se a gente brinca demais tem uma hora que ela se joga no chão e prefira ficar lá estatelada só com as patinhas pro ar brincando. E daí que ela tb é meio muda. Quando a estava levando na caixa ela só miou um pouquinho. Mas quando está zangada e curva o corpo todo e abre a boa ameaçadora, não sai som nenhum. Eventualmente eu ouço alguma coisa meio engasgada, mas nada que pareça muito com um gato. Além disso a respiração dela é muito esquisita, como se fosse asmática mesmo. Só que tipo, nem sei como é respiração de gato né? Nunca tive um ou fiquei muito tempo perto de um para notar esses pequenos detalhes.
Sei que ela não gosta muito de ser tocada, mas estou mudando isso periodicamente. É um absurdo gato que não goste nem um pouco de receber um carinho.
Outra coisa, antes ela colocava a unha toda para fora, mas sempre que ela me arranhava eu parava de brincar, agora ela aprendeu a retrair as unhas quando brincando comigo. Claro que, se eu brincar muito ela acaba esquecendo, mas sempre que me dá unhada a brincadeira para. Incrível como aprende rápido. Quero só ver que tipo de gato adulto ela será, porque andei lendo por aí que você só sabe como o gato será de verdade quando ele entra na idade adulta.
Espero que ela não seja aqueles gatos que só ficam deitados o dia todo, mas tb espero que ela continue não sendo bardeneira :P
E vocês, têm bichinos de estimação que sejam seus de verdade? Porque aqui eu que sou 100% responsável por ela, minha mãe só se presta a deixá-la brincar com sua havaiana e a expulsá-la da cadeira quando ela quer sentar.
O fato é que estou apaixonada e até agora tudo tem ido bem!
E agora com vocês, uma demonstração de fofura:
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